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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Compartilhando pensamento da neta do (ex)governador...

Contemporaneidade: Produza ou pereça!
Depois de uma incitante aula, encharcada de reflexões (como de praxe) acerca do "Ser e Tempo", a professora-filósofa-pesquisadora-doutora, Nancy Mangabeira Unger (olha 'us Unger' aí gêêêêênte...) presenteou-nos, os alunos, com essa bela interrogação:
"E qual o nosso papel nessa sociedade (nessa época) que tem como centro o mercado (de consumo)?" (essa "pergunta-brincadeira" é especial ao meu amigo Ilmo Sr. Diego Smith).

5 comentários:

Clichenoeconomes disse...

Deus criou as pessoas para serem amadas e as coisas para serem usadas. mas infelizmente fazemos o inverso amamos as coisas e usamos as pessoas. entao se essas coisas existem para serem consumidas... paciencia

Nação Anarchon disse...

Paciência, Ilmo Sr Diego Smith?!
Somente paciência?!

Clichenoeconomes disse...

Mas esse e o papel predominante da sociedade perante ao mercado de consumo. E o consumir q garante nao somente a existencia do ser humano como tambem o benfazejo da mesma, seja de que maneira adquirir esses bens. Jamais podemos fechar os olhos para um comportamento como este, mas tambem nao podemos fazer nada perante isso, pois tambem as vezes nos prendemos a esse comportamento de uma sociedade consumista. E esse, em particular, o meu papel de futuro economista: analisar a sociedade frente a essa febre de consumir e dar a melhor saida para que essa febre nao suba ate a cabeca.

NAÇÃO ANARCHON disse...

...Mas "nosso" QUEM? ser (e só), ser pensante e/ou social ou ser outra-coisa? Antes julgo que deveríamos saber quem é esse (nós) a quem ela sugere o questionamento.
E o consumo... Nunca consumimos algo (não me restrinjo aqui ao material ou perceptível)?
jorginho

Clichenoeconomes disse...

cabe a nos mesmos saber quem e esse "quem"...