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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Meu Lugar [2]

Venho republicar esta postagem tematica figurativa para explanar que a briga por coisas muito pifias é rotineira.

Hoje de manha cedinho fui surpreendido por duas mulheres que estavam se pegando num onibus coletivo lotado. pra piorar todas duas estavam proximas a mim.

Advinha o motivo: o obvio! disputa da cadeira pra sentar

Terminou que uma ficou sem a blusa e a outra com o mega hair todo no chao.

Ainda pra notar, tinha gente filmando a cena para poder enviar/postar no youtube ou publicizar num programa popular de TV, coisas assim...

So sei que se dependesse de mim deixaria as duas se matar. Uma atitude dessas mostra uma clara evidencia de que o emprego da forca ta muito mal direcionada. Uma evidente troca de preconceitos, de tristezas, de magoas herdadas em vida, atraves de socos, pontapes e puxadas de cabelo.

É muito facil trocar socos e pontapes com alguem por coisa muito imbecil. Ai alguem vai me dizer:

Questao de honra, respeito e educacao:

Primeiramente a honra se herda de quem nos cria. e se multiplica para seus futuros progenitos. e nao para sair aplicando em vier pela frente.

Respeito nao se impoe, se ganha! quem nos elegemos pra nos obrigar a pegar onibus lotado e passar por esse inconveniente e quem nao deve ganhar respeito algum

Educacao se aprende em casa. se aprende na vida. e nao impondo no outro atraves da forca.


Mas fazer o que? ninguem le, ninguem reclama, ninguem fala nada...





sábado, 7 de maio de 2011

Meu lugar!




Só quero saber onde vamos parar com essa inconveniência hipócrita da sociedade, em particular a metropolitana, que estabelece uma relação de poder e imposição sobre o humilde por coisas muito vagas.
Motivo este que vim a escrever pela experiência quotidiana mas de caso extremado que ocorreu ontem e hoje: na noite de sexta, fui quase arrancado do assento dentro do ônibus por um passageiro alegando que este tinha marcado lugar com os pertences, sendo que ele tinha colocado pela janela. Acontece que assim como ele, tinha pego fila, pago a passagem e encontrei o lugar vazio e com os pertences do mesmo mas ignorei o caso e sentei no meu lugar de direito. Ele só não bolou mais comigo porque o mesmo percebeu que os demais passageiros se comoveram e ficaram do meu lado, ou seja, o bicho pegaria pro lado dele se o mesmo mexesse comigo.
Finalmente hoje, na tarde deste presente dia, não tive a mesma sorte. fui no assento vazio do lado da janela no fundo do ônibus. indo ate ele, a passageira que estava do lado do assento vazio, pôs a mão e disse:
- A pessoa que tá na frente em pé irá sentar!
e eu disse:
- Entrei de graça neste buzu, por acaso? e não prolonguei não. deixei pra la e fui procurar outro assento na frente.

Quero apontar essa questão porque as pessoas se deixam levar demais pela futilidades, por uma fagulha, para poder expor as suas mágoas culturais familiares através do emprego da força e da falta de educação. Será que isto não poderia ser alocado aos que vivem pedindo nosso voto de dois em dois anos?